Tendências

Tendências: A ineficiência do ativismo virtual

Assim como muitos dos aspectos de nossas vidas, o ativismo também passou a ser virtual. Contudo, alguns questionamentos vêm à tona: a mobilização online é realmente eficiente? Quais as consequências da virtualização do ativismo? E será que os ativistas online realmente se engajam em suas causas?





Vendendo o país

Se “vender a pátria” era considerado traição no passado, hoje o estabelecimento de uma marca própria e a busca por melhores formas de “se vender” tornou-se uma prioridade para diversos países. Mas, como toda propaganda, não se pode enganar o consumidor para sempre.

Recent Posts

Os maiores idiomas são também os mais simples

Soaria estranho para vocês escutar alguém falando “dois menino”, com a justificativa de que o contrário é uma redundância, pois dois já indica que eram mais de um? Pesquisas recentes mostram que, à medida que vão se difundindo os idiomas vão perdendo sua complexidade gramatical em troca da fluência. Hoje, ao contrário do que se pensaria, as línguas faladas em pequenos povoados e comunidades tribais permanecem mais elaboradas do que os idiomas difundidos e dominantes.



China: terra farta para artistas estrangeiros

Fugindo de apartamentos minúsculos, estúdios apertados e da tentação de trocar de carreira, muitos artistas da Europa e dos Estados Unidos têm encontrado na China o lugar ideal para trabalhar. Com materiais em abundância, baixos custos e amplos espaços, eles podem finalmente exercitar sua fartura criativa.



Cultura: Banksy em Bristol

O enigmático artista urbano Banksy fez uma exposição de seu trabalho na principal galeria-museu de sua cidade natal Bristol, no oeste da Inglaterra. É muito mais do que “grafite arte”, diz Tina Beattie: seu misto de sagacidade, raiva, imaginação e humanidade faz da exposição um triunfo da liberdade de expressão sobre o autoritarismo.



Cultura: Com a crise, que portas se abrem às artes?

Portugal – Em épocas de crise, o melhor mesmo é ir às compras na própria casa. Desenterrem-se leituras eternamente adiadas, leia-se finalmente o “Ulisses” de James Joyce que anda por ali há séculos. Os livros podem ser caros, mas ler continua não sendo tanto assim. Até porque um livro pode sempre passar por muitas mãos. [...]