Surto de execuções ao redor do mundo
05/04/2012 - 11:06 | By Frederico Bertol | Category: Direitos HumanosUm relatório da Anistia Internacional mostra uma tendência alarmante: alguns países estão recorrendo mais à pena de morte do que no passado.
Um relatório da Anistia Internacional mostra uma tendência alarmante: alguns países estão recorrendo mais à pena de morte do que no passado.
A precariedade do sistema penitenciário mexicano causa violação aos direitos fundamentais das mulheres condenadas à prisão. Observa-se a ocorrência de abusos sexuais, falta de cuidados com grávidas e instalação de mulheres e homens nos mesmos centros penitenciários.
Fugindo de suas próprias tradições, meninas Maasai se recusam a passar pela circuncisão feminina e pelo casamento forçado.
Na Síria, durante um protesto, Hamza al-Khateeb, de 13 anos, foi preso pelas forças de segurança do governo. Seu corpo foi devolvido cerca de um mês depois, com claros sinais de tortura. O que era para reprimir os manifestantes acabou dando mais visibilidade ao desgaste do governo de Al-Assad.
Jogar games online para juntar créditos e trocá-los por dinheiro real é um fenômeno que tem se espalhado pelo mundo. Na China, contudo, a prática chama a atenção dos defensores dos direitos humanos, pois alguns guardas carcerários tem imposto uma rotina de trabalho virtual a seus prisioneiros.
Apesar de ter sido amplamente celebrada, a morte de Bin Laden no início de maio levanta questões relativas aos direitos humanos, defendidos por países governados pelo estado de direito: Não são os terroristas também seres humanos com direitos fundamentais como à vida e a um julgamento justo? Como o Direito Humanitário Internacional apresenta a questão da guerra? E a “guerra ao terror”, justifica todo tipo de operação?
Na Inglaterra, professores se preocupam com a relação entre bullying homofóbico, gerador de ameaças de morte, síndrome do pânico e falta às aulas, e o aumento de escolas religiosas. Em conferência no Sindicato Nacional dos Professores, a discussão gira em torno do esforço, em especial destas escolas, de ter e respeitar uma política efetiva de combate à homofobia.
Após trinta e cinco anos do golpe de Estado na Argentina, os crimes da época ainda estão sendo julgados. A sociedade argentina acompanha esses julgamentos de perto, unida no “nunca mais” às ditaduras.
Casos de estupro de mulheres e crianças em regiões marcadas por conflito são uma arma de guerra muito utilizadas. Contudo, em Mianmar, o caso é diferente; surpreendemente, casos de estupros de homens são documentados por grupos defensores de direitos humanos.
As tentativas de países pobres para conseguir medicamentos acessíveis batem de frente com intenção do governo dos Estados Unidos de defender os interesses de grandes laboratórios.