Direitos Humanos



Presidiárias no México sofrem constantes violações

A precariedade do sistema penitenciário mexicano causa violação aos direitos fundamentais das mulheres condenadas à prisão. Observa-se a ocorrência de abusos sexuais, falta de cuidados com grávidas e instalação de mulheres e homens nos mesmos centros penitenciários.





Fugindo da mutilação

Fugindo de suas próprias tradições, meninas Maasai se recusam a passar pela circuncisão feminina e pelo casamento forçado.

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Torturado e morto: Hamza al-Khateeb de 13 anos

Na Síria, durante um protesto, Hamza al-Khateeb, de 13 anos, foi preso pelas forças de segurança do governo. Seu corpo foi devolvido cerca de um mês depois, com claros sinais de tortura. O que era para reprimir os manifestantes acabou dando mais visibilidade ao desgaste do governo de Al-Assad.



Trabalho escravo virtual

Jogar games online para juntar créditos e trocá-los por dinheiro real é um fenômeno que tem se espalhado pelo mundo. Na China, contudo, a prática chama a atenção dos defensores dos direitos humanos, pois alguns guardas carcerários tem imposto uma rotina de trabalho virtual a seus prisioneiros.



Terroristas também têm direitos

Apesar de ter sido amplamente celebrada, a morte de Bin Laden no início de maio levanta questões relativas aos direitos humanos, defendidos por países governados pelo estado de direito: Não são os terroristas também seres humanos com direitos fundamentais como à vida e a um julgamento justo? Como o Direito Humanitário Internacional apresenta a questão da guerra? E a “guerra ao terror”, justifica todo tipo de operação?



Na Inglaterra, escolas religiosas falham no combate ao bullying homofóbico

Na Inglaterra, professores se preocupam com a relação entre bullying homofóbico, gerador de ameaças de morte, síndrome do pânico e falta às aulas, e o aumento de escolas religiosas. Em conferência no Sindicato Nacional dos Professores, a discussão gira em torno do esforço, em especial destas escolas, de ter e respeitar uma política efetiva de combate à homofobia.



A Argentina julgou 200 crimes da ditadura militar

Após trinta e cinco anos do golpe de Estado na Argentina, os crimes da época ainda estão sendo julgados. A sociedade argentina acompanha esses julgamentos de perto, unida no “nunca mais” às ditaduras.